26 de jun de 2013

Greve em Bauru, seis dias sem ônibus.


Mais uma vez, ressalto que este texto é meu, embora todos saibam que embora esteja presente em inúmeros meios de comunicação. Nunca ou raramente teço comentários sobre questões políticas. Sou sacerdote, nunca tomo partido por A ou B.
Mas tenho leitores no mundo inteiro, no país todo, inclusive no Distrito Federal e no Congresso Nacional. O que me orgulha, embora toda honra seja a Deus.
Para se entender os moradores de Bauru estão seis dias em um único ônibus circular, mais de cem mil pessoas por dia, estão indo trabalhar a pé, outros de moto-taxi que estão cobrando , segundo dizem até vinte ou vinte e cinco reais por corrida.
No ano passado, em véspera de eleição já tivemos isto. Isto do transporte público em Bauru, não tem a ver com as manifestações pedindo diminuição das tarifas. Em Bauru a questão é entre os motoristas e as empresas. Cada um com sua razão. Mas o certo é que a cidade não pode ficar sem transporte público.
Eu sugiro humildemente que os dois lados, entrem em acordo e coloquem a frota na rua imediatamente, depois prossigam as negociações.
Se não houver jeito, COLOQUEM A FROTA os motoristas, liberem as catracas, dentro da ordem, gratuitamente, mostrando a população as suas revindicações. Vejam eu não consultei nenhum jurista ainda, mas creio que isto não fere os princípios da legalidade.
A população vendo os ônibus circulando, gratuitamente, até que termine a greve, irá apoiar e entender, o que ninguém vai apoiar é a cidade sem transporte público, por seis dias, na dúvida meus leitores do Brasil e do mundo, consultem no google, nos principais portais do Brasil, seis dias sem ônibus, uma cidade grande, sede de uma microrregião. Isto a população não tem mais como suportar.
Reitero aqui minha posição: entendo que os trabalhadores do transporte público tem razão em muitos pontos, entendo o lado dos empresários, pois nunca se irá fortalecer o fraco , enfraquecendo o forte(Abraão Lincon) Mas não podemos ficar sem ônibus. Isto é ponto final.Ouvi lojistas, sofrendo, enfim, pessoas indo a pé horas, para trabalhar, isto é inaceitável, seis dias minha gente.
Entrem em acordo pelo amor que tem a cidade. Contem com nossas orações, mas que a FROTA VOLTE AS RUAS, pacificamente, se alguém tentar impedir um ônibus de circular, isto se chama vandalismo.
Na esperança que o bom senso prevaleça.Deus abençoe a todos.
VALMIR DAMÁSIO